Histórico completo da dor
A avaliação inicial reúne quando a dor começou, o que já foi tentado, como evoluiu e de que forma afeta o dia a dia.
Acompanhamento contínuo para quem convive com dor persistente: a avaliação parte da pessoa inteira — história, rotina e contexto — e não apenas do sintoma.
Dor crônica é a dor que persiste além de três meses, mesmo depois que a causa inicial já deveria ter se resolvido.
Ela é diferente de uma dor aguda, como uma lesão recente. Na dor crônica, o próprio sistema nervoso pode manter o sinal de dor ativo, mesmo sem uma lesão em curso.
Esse quadro exige um tipo de acompanhamento diferente: contínuo, não apenas pontual.
É aí que a medicina de família e comunidade faz diferença. Em vez de tratar a dor como um ponto isolado, ela parte da pessoa que convive com a dor: o histórico de saúde, o sono, o trabalho, a família e o que já foi tentado até aqui.
Vale considerar essa avaliação quando:
A avaliação inicial reúne quando a dor começou, o que já foi tentado, como evoluiu e de que forma afeta o dia a dia.
A partir desse histórico, é definido um plano de acompanhamento individual, ajustado conforme a resposta ao longo do tempo.
Analgésicos, anti-inflamatórios ou medicações específicas, conforme o tipo de dor.
Fisioterapia e psicoterapia, quando indicadas, atuando sobre função física e impacto emocional da dor.
Considerada como abordagem terapêutica dentro do plano de tratamento, quando clinicamente indicada, sempre com prescrição e acompanhamento adequados.
Alguns temas ajudam a entender melhor esse processo:
O agendamento é feito pelo WhatsApp. Atendimento presencial em Aquidauana-MS e por telemedicina para todo o Brasil.